terça-feira, 6 de novembro de 2018


Imagem:Maria Leontina mendes franco da costa


O sustentáculo da Cidade Política: A família

Este artigo vem abordar com cautela a concepção do êxodo familiar como primeira instituição política. Pretende comunicar como a conseguinidade exercia cânone fundamental na transferência de riquezas consumidas pelo patriarca que educa seus filhos para a adoção do trono, passando seu titulo para que seja condecorado governando pois , seus súditos e escravos. Vai ainda apontar como o Estado em sua concepção tem reputação secular anterior a natureza e ao individuo. Todo o processo de formação de um líder é intencionado de modo que explica passo a passo a trajetória imanente no seio de uma família burguesa. Não obstante outro autor trata o tema não muito diferente em argumentos “Max Weber” este por sua vez ascendia a teoria de que os grandes fazendeiros do século XV quando tendo filhos, um deveria ser padre, medico e advogado e se no caso de uma filha esta seria ou dona de casa ou freira. Ademais o texto segue uma trilha de modo claro e sucinto.
Devemos conceber por interlúdio que todas as sociedades, pois, se propõe a qualquer lucro. Sobre tudo a mais importante delas convenientes causadores do bem “A Cidade Política”. Prestemos atenção a essa abertura de argumento tão somente politico, Isso porque, pois há uma idéia pré-concebida de experiência natural como animais e plantas, o desejo de deixarem o que tão só se assemelhe. Há ainda para que se compreender que por obra da natureza e conservação das espécies um ser ordena e um ser que obedece. Porque aquele que possui inteligência goza de autoridade e poder de chefia ( comando , liderança).
A primeira sociedade formada por muitas famílias tendo em vistas a utilidade comum, mas não cotidiano é o pequeno burgo, parece ser uma família colonial. São chamados por sua vez “homocactiens” traduzido pra o português Alimentados como o mesmo leite... Aos filhos da primeira e aos filhos desses filhos.
É de valor entender que as Cidades eram primitivamente governadas por reis, como ainda são as grandes nações e porque elas formavam de hordas submissas a autoridade real. Com efeito, uma casa é administrada pelo membro mais velho da família que tem uma espécie de poder real e as economias conservam e governam os de consangüinidade .Os mais antigos viviam por certas leis e costumes da época, uns ainda hoje são dessa forma governados, o homem fez os deus a sua imagem e também rendeu a titulação a seus costumes.
As sociedades “pequenos burgos” forma uma pequena cidade com todos e vai abastecer por si mesmo e tendo atingido por dizer o que por fim se propôs. Nascida principalmente da necessidade de viver ela subsiste para uma vida feliz. A natureza aqui neste ponto era o fim dessas sociedades ,e a natureza é o verdadeiro fim de todas as coisas. Tal individuo merece a censura cruel de ser sem leis, sem lar, sem família. É assim porque sendo a vida de combates e de combates como as aves de rapina, incapaz de se submeter a qualquer obediência. Fica claro o porquê de os homens se tratarem de seres superiores a todos os animais. A natureza dizemos nada fez em vão, só eles os homens tem o dom da palavras que sinaliza a dor e o prazer. O que distingue de um modo especifico é o que ele sabe discernir , o bem e o mal, o justo do injusto, assim com tos os sentimentos da mesma ordem cuja comunicação constitui precisamente a família Estado.: Na ordem da natureza o Estado se coloca antes da natureza e de cada individuo pois forçosamente ser colocado antes da parte.
O Estado fica em condições de ordenação da natureza e antes do individuo, porque, se cada individuo isolado não basta a si mesmo assim também se Dará com os demais. Aquele que não suporta viver em sociedade e/ou grupo basta somente do Estado.
Cumpre justamente saber, admitir a calamidade e a injustiça que tem armas nas mãos . As armas que a natureza dão homem são a prudência e a virtude. Sem virtude o ser é um ímpio, feroz de todos seres vivos, mas não são por, sua vergonha porque amar é comer . A justiça é a base da sociedade. Chama-se a aplicação do que é justo.


A Política. Tradução do grego de Nestor Silveira Chaves. 2a. ed., São Paulo: Edipro, 2009. 284p. ISBN: 9788572836128
Política. Tradução de Nestor Silveira Chaves. 1 ed., São Paulo: Folha de S. Paulo, 2010. (Coleção Folha: livros que mudaram o mundo, 11). 208 p.. ISBN 978-85-63270-32-0 (volume 11); ISBN 978-85-63270-21-4(coleção).

sexta-feira, 28 de setembro de 2018




Quanta coisa eu quis te dizer naquela hora em que aqueles seus olhos grandes verdes me fitavam com incerteza. Você cantarolando um blues desconcertado no seu carro, contando sem empatia uma piada em espanhol. Meu velho pai.. como eu te quis por perto, mas o que tive foi só deserto.Eu que nunca desejei ter filhos e que despejei magoas em pessoas de bem que haviam em meu caminho que era prospero.daquele que antes somava benfeitorias tolerância e afeto. Ter um filho compensa a dor que deixaste? E você que me disseste "vá" e crie tua prole na ultima vez que nos encontramos...Quero guardar tua lembrança como um homem ao ser roubado grita para ser reparado de seu pedaço que lhe fora retirado. Mas hoje meu velho pai, quem diz "vá" sou eu. Com todos os verbetes possíveis e verossimilhanças sarcásticas de outono.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018




A QUANTO TEMPO VOCÊ VEM VEM VEM.
EU ME APEGO AO TEU CÓDIGO, CHEGAR FERRUGEM DO NOSSO TERM, TREM TREM TREM...
SEM TRISTEZA EU APOSTO, VIRULÊNCIA POTESTADE,GUARDO MINHA OPINIÃO...
CHEGA MORTE NA JANGADA, DE DESPEÇO DE PROTESTO, NO CONGRESSO DO BAIÃO

SE DEPOIS DESSA JORNADA .. VOCÊ LINDA QUASE MATA ME MALTRATA O CORAÇÃO
E LINDA QUE INSISTA BEM DE LEVE EU CONSIGA COM ARDOR NEM ME POUPAR
SEGUE LOGO O TEU CAMINHO E AJUSTIÇA EM DESALINHO PARA DENTRO DO ALTAR...


VEM QUERIDA BEM DEPRESSA.. QUE EU FECUNDO EMPATO COMO UM ÉBRIO
EU ME DIVIRTO COM SUCESSO DE AMAR SEM CONVERTER
ESSA CARA DE RECHAÇA, ME EQUILIBRA NA CANASTRA NOITE E DIA SEM COM IRA , LIRA ARRASTÃO
E SÓ AGORA EU QUERO SER TEU SEM INTERMÉDIO.. NOSSA PLENITUDE E SUA JUVENTUDE FAZ PAIRAR MINHA FUNÇÃO

sábado, 31 de março de 2018



Endereçado ao Paulo Maluf que nesta hora gosa de sua mansão luxuosa vestido no seu terno colossal ... E diz ser inocente com a cara de insolente jura que pega mal ..
Quão de hoje se perdeu nos bares e esquinas daí?, filosofando esquiva de politico corrupto que dorme a fortuna do povo dentro de carro Porsche do ano...Doente dos dentes que mentem falaciosamente.? carente de imbecilidade porque o que havia de caráter se deixou levar com a lama do que só cabe na falta de saneamento básico.. ? e daí ? que vai ir ? emergir quando pode rir...?? Deus nos Ilumine!

domingo, 18 de março de 2018




Somos filhos do tempo? O que é o tempo? Geralmente temos o prenuncio de que o tempo é acontecer de cada coisa na vida. Mas hoje quero esclarecer uma ideia, um aprendizado. O tempo não significa apenas o acontecer, mas, o alvorecer de todo e qualquer acontecimento. O tempo não é só a justificativa para a idade que avança, mas a memória do passado que controla o presente e o presente é a construção e a semente que flui no amanhã. O tempo é tudo que se encaixa no que já foi ... e o que já foi é o anuncio, o por vir do que almejamos planejamos na trena do construtor. E somos todos construtores não duvide disso jamais. A idade dizia Cicero é o tempo da clarividência. Que com esse resquício sobre o tempo, e assim cumulados de sabedoria renovada atinjamos as respostas para metas simples tais como o que estamos lendo ouvindo, que filme que se está assistindo....frestas, compiladas com carinho e cuidado... Que venha a dor de cada tempo, e que cada acontecimento fique jubilando o tempo necessário não atrasando o futuro. Quer Deus nos abençoe em cada jornada.

domingo, 4 de março de 2018




Afinal de contas quem somos nós? Nesse mundo atros? Um escândalo, um sussurro, um absurdo no escuro de um grito?...
Um ser humano se prende as escamas e as entranhas se alinham em muquiranas que dormem ciganas ...O desejo de morte entre cursam com a sorte de um dia melhor...

domingo, 27 de agosto de 2017


Ocorreu-me que de-repente detestara meu próprio nome; e a insônia me corroía os dentes; enquanto faltava-me opções de fuga. Debaixo do meu nariz estavam reunidos todas as provas cabais do meu desleixo. Só ela não passava,sua beleza, seu costume; tudo em mim se despia mas não ela...Talvez porque eu mesmo não deixava ela partir... simples assim...Ela dizia vai... e eu não ia, procrastinei e estendi meu sofrimento.... quanto a ela, seguiu seu rumo, trocou de carro, largou o cigarro... E minha língua não mais se opôs ao gosto porque edificara a prisão dos meu medos, amando em segredo quem não podia amar...Mas preciso admitir - não sou bom com as pessoas, sempre me virei sozinho, isso por ter uma atração pela solidão... ela combina comigo desde a esquina da razão, que perversa deixa quase que amaldiçoado o amor desestruturado no chão do salão principal que se entedia dentro do peito. Agora que fiquemos em paz um único minuto...